Açores no Top Mundial para Observação de Baleias

O arquipélago dos Açores é um dos melhores locais em todo o mundo para a observação de baleias, registando-se mais de 20 espécies de cetáceos, residentes e visitantes.

Segundo Rui Rodrigues, encarregado de uma empresa de observação de baleias em Ponta Delgada, “ entre as cerca de 80 espécies que existem a nível mundial, conseguem-se avistar 24 nos Açores e a surpresa é poder encontrar uma diversidade muito maior.

Recentemente uma revista estrangeira publica assunto acerca de baleias, considerando os Açores como um dos 10 melhores locais do mundo para a observação de baleias.

Rui Rodrigues e Norberto Serpa, ambos responsáveis por empresas de observação de cetáceos, partilham da mesma opinião “no arquipélago dos Açores, existem baleias, podem é não existir condições para as ver.” Para Norberto Serpa o arquipélago é “ um santuário de cachalotes”, espécie que se pode encontrar durante todo o ano. “ Durante o ano passado, Norberto Serpa, afirma ter conseguido ver baleias em 93% das vezes que saiu para o mar.

A observação de cetáceos pode ser feita em todas as ilhas dos Açores, visto serem avistados constantemente golfinhos e baleias de bico.


In Diário Insular, Ano LXIV, Nº19724, Pág 05, http://www.diarioinsular.com/


Curiosidade:

Na observação de cetáceos, é necessário cumprir-se determinadas regras de forma a não perturbar o ambiente natural em que vivem estes animais.

Evitar perturbar os animais, evitar colisões, evitar danos ao ambiente, evitar alterar os seus padrões de comportamento, são algumas das regras a ter em conta na prática da observação de baleias.




Recuperação da biodiversidade na Lagoa do Negro

Está a ser desenvolvido um projecto experimental de recuperação da biodiversidade na Lagoa do Negro. A área de recuperação constitui-se de cinco hectares, dos quais três vão funcionar como “zona tampão”, para garantir a conservação da parte interior da Lagoa do Negro. A zona de protecção e renaturalização da Lagoa do Negro, com cerca de dois hectares, no planalto central da ilha Terceira, constitui uma zona relevante para as aves migratórias, tendo já sido referenciadas no local mais de 150 espécies de aves.

Segundo Eduardo Dias, especialista em ecologia vegetal e investigador da Universidade dos Açores, os ecossistemas que foram total ou parcialmente destruídos estão a ser manuseados de forma a monitorizar o que acontece com as técnicas introduzidas, o tempo que leva e que funções se conseguem recuperar. Só se poderá conhecer os resultados do projecto dentro de uma década.

A forma como o turismo de natureza está actualmente a utilizar os recursos naturais, torna-se uma carga para os locais que necessitam de ser preservados. Por isso, este projecto pretende, não que a zona fique despovoada de pessoas, “mas que seja utilizada com normas que não prejudiquem o ambiente e possam ser usadas para o turismo pedestre, sem destruir as turfeiras, e para a observação de aves, sem as perturbar”, elevando-se, assim, a qualidade do que é oferecido aos turistas.

Eduardo Dias recorda que os Açores “estão no topo das melhores regiões da Europa para a observação de aves”, salientando que passam anualmente pelo arquipélago “mais de três centenas de espécies de aves, muitas das quais nidificam”.

Esta intervenção aspira uma diminuição dos impactos negativos e o regresso ao local das “grandes máquinas da recriação da biodiversidade”, que são as garças, patos, galinholas, narcejas e pernaltas, que pulando de lagoa em lagoa com sementes coladas às penas, vão espalhando e mantendo a biodiversidade num funcionamentos perfeito em rede que é essencial repor, em prol da perseverança dos charcos e lagoas.

Este projecto tem, portanto, como objectivo encontrar formas compatíveis da biodiversidade e do equilíbrio ambiental com o ecoturismo sustentável.




Câmara de Angra do Heroísmo adere à "Hora do Planeta"

A Câmara de Angra do Heroísmo adere pela primeira vez à iniciativa “ Hora do Planeta ”. Durante uma hora, as luzes de diversos Monumentos, Praças, Igrejas, Fortalezas entre outros edifícios estarão apagadas, no próximo dia 27 de Março, tendo início pelas 20h30m.

A “Hora do Planeta” é uma iniciativa da WWF (maior organização independente de conservação da natureza a nível mundial), que pretende envolver mil milhões de pessoas em diferentes cidades (1000), numa iniciativa para a redução no consumo de energia, tornando o futuro mais sustentável.

Durante uma hora, o mundo testemunhará uma acção sem precedentes em que alguns dos marcos mais emblemáticos do Planeta desligarão as suas luzes apoiando uma acção decisiva na luta contra as alterações climáticas.

In Jornal Diário Insular,24 de Março de 2010, Ano LXIV, Nº  19716, pág. 04.http://www.diarioinsular.com/

Acção “Limpar Portugal” deve ser continuada

Paulo Barcelos afirma que a iniciativa “Limpar Portugal”, foi um sucesso e que contou com a colaboração de 701 voluntários e empresas. Mas, a equipa organizadora refere que se “a acção tivesse decorrido no domingo e não no sábado teríamos, com certeza, mais voluntários”.

No total foram recolhidos 331.150 kg de resíduos, e na sua maior parte foram recolhidos resíduos de construção e demolição (286.370kg), seguindo-se os resíduos urbanos e equiparados (17.760kg), madeiras (8.250kg), plástico rígido (4.860kg), plástico sujo (3.840kg), resíduos elétricos e eletrónicos (3.460kg), biode-gradáveis (2.250kg), ferro/aço (2.180kg) e pneus (2.180kg), sendo que uma grande parte do lixo recolhido “é antigo, o que se notava, por exemplo, em algumas garrafas que já estão fora de circulação”.

Relativamente ao que ficou por limpar, Paulo Barcelos, apela ao “esforço continuado das Juntas de Freguesia, mediante as suas possibilidades, e a realização de uma iniciativa semelhante, pelo menos na terceira, no próximo ano”.

Esta iniciativa alcançou a sua vertente de consciencialização, quer para os voluntários, quer para os que não participaram, mas que no entanto foram também tocados pelas acções de sensibilização.

In: Jornal Diário Insular, 25 de Março de 2010, Ano LXIV, Nº 19717, pág. 04, <http://www.diarioinsular.com/>

Actividade de "Coastwatch"

A Gê-Questa tem agendada uma actividade de “Coastwatch”, que contará com a participação de uma turma da Escola Secundária Vitorino Nemésio, sob a responsabilidade dos Professores Filipe Barata e o Paulo Pereira.

A designada actividade decorrerá esta sexta-feira (26 de Março), e tem encontro marcado pelas 9h, no edifico da Escola, em que será feito um briefing acerca da temática.

Segue-se um passeio junto à zona costeira da Praia da Vitória, com o intuito de:

- Sensibilizar as crianças para os problemas resultantes do impacte das actividades humanas na faixa litoral;
- Explicar a importância dos ecossistemas costeiros;
- Observar o estado de conservação da zona costeira;
- Contribuir para a preservação das zonas costeiras;
- Incentivar e cultivar nos mais novos a participação activa na defesa do ambiente costeiro.

Limpar Portugal


Limpar Portugal
Limpar Portugal em um só dia … a ideia aparentemente utópica foi concretizada, ou pelo menos o intuito inicial de promover a participação foi alcançado. Tão ou mais importante que a quantidade de resíduos retirada das matas e zonas costeiras foi a participação e sensibilização da comunidade para o problema. E, neste aspecto, a acção foi um verdadeiro sucesso. A Associação de Defesa do Ambiente Gê-Questa tem o orgulho de ter participado nesta acção e de poder contribuir na organização de duas acções em dois lugares concretos com o apoio de vários cidadãos, de dois grupos de Escuteiros (o Agrupamento 497 de Escuteiros Marítimos de S. Mateus – CNE – e o Grupo n.º 225 de Escoteiros do Cantinho de S. Mateus – AEP –), Junta de Freguesia de S. Mateus e da Empresa FlorAzoris.
A concentração deu-se na sede da Associação, no Forte Grande de S. Mateus, pelas 9h da manhã e pelas 9h e 30 minutos o grupo já estava na beira-mar da freguesia a proceder aos trabalhos de limpeza. Foi limpo um troço costeiro com cerca de 2000 metros entre a zona do Porto de S. Mateus e a Zona do Pesqueiro.
Durante a tarde a equipa da Gêquesta rumou para o interior e juntou-se à Junta de Freguesia da Terra-Chã e percorremos toda a canada dos pomares de onde encontrados vários amontoados de resíduos da mais diversa tipologia. Alguns desses lugares foram apenas marcados para posterior remoção com recurso a maquinaria adequada para a volumetria de resíduos existente.
De um modo geral a Gê-Questa faz um balanço positivo da iniciativa Limpar Portugal. Fazemos um apelo às autoridades competentes para a necessidade de mais uma intervenção do género na zona da Fonte da Faneca na Terra-Chã.
É imperativo que sejam repetidas estas acções até ao início do verão ao longo de toda a Ilha e que esta intervenção seja perpetuada no tempo afim de se conseguir continuar a campanha de sensibilização. È com este intuito que a associação irá dar início a dois projectos relacionados com os Resíduos e paralelamente continuar a Limpar Portugal.
Aproveitamos também uma vez mais para agradecer a todos os participantes, Junta de Freguesia de São Mateus, Escuteiros Marítimos, Escoteiros do Cantinho, Junta de Freguesia da Terra-Chã e Voluntários, pelas horas dispensadas em torno desta causa.
Abaixo seguem alguns dados das Intervenções realizadas no passado dia 20 de Março.
Concelho: Angra do Heroísmo
Freguesia: São Mateus
Local: Entre o Terreiro de São Mateus e o Negrito (aprox 2km )
Resíduos:
Foram retirados do local: Resíduos verdes, Plásticos, Papel, Metálicos/ Sucata, Vidro, Madeira, Animais.
Acessibilidade: Zona de média dificuldade no acesso.
Tipo de Veiculo: 2 carrinhas de 3500kg
Número de pessoas envolvidas: 35 pessoas (número variou ao longo da manha)
Foram retirados 1080kg de resíduos e 860kg de madeira, um total de 1940kg
Concelho: Angra do Heroísmo
Freguesia: Terra-Chã
Local: Fonte Faneca (canada dos pomares)
Resíduos:
Foram retirados do local: Madeiras, Plásticos, Papel, Metálicos/ Sucata Automóvel, Vidro, Animais, Resíduos Domésticos, Monstros (Frigoríficos, e outros electrodomésticos) Resíduos perigosos (embalagens com óleo sintético; Embalagens de Medicamentos, Seringas, etc.).
Acessibilidade: Zona de fácil acesso.
Tipo de Veiculo: 1 carrinhas de 3500kg
Número de pessoas envolvidas: 8 pessoas
Foi retirado um total de 1570kg

Fotos da Actividade

Terreiro de São Mateus da Calheta

Antes da Limpeza




Durante a limpeza




                                     

                                     


Após a Limpeza






Zona Costeira de São Mateus da Calheta
Antes da Limpeza





Durante a Limpeza





Após a Limpeza




Dia Mundial da Água - «Água Limpa para Um Mundo Saudável»


O Dia Mundial da Água foi criado pelas Nações Unidas em 1993. Este dia tem como objectivo lembrar a importância da água na vida do planeta. Todos os anos, desde então, no dia 22 de Março é comemorado em todo o Mundo o dia Mundial da água segundo as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento contidas no capítulo 18 (Recursos hídricos) da Agenda 21.


Este ano o tema é «Água Limpa para Um Mundo Saudável»
  
Há cinco pontos-chave e perguntas que ilustram o objectivo deste ano:
1. Uma das principais considerações na reunião de Desenvolvimento do Milénio é que a qualidade da água deve ser melhorada em todos os níveis;
2. Uma questão crítica é a qualidade das águas interiores: está a melhorar ou a piorar?;
3. Respostas adequadas para os problemas da água são oportunidades de desenvolvimento;
4. Os governos partilham a responsabilidade de avaliar a qualidade global da água de uma forma regular; e
5. Futuras necessidades de monitorização da qualidade da água.

Desenvolvimento do Milénio e da Qualidade da Água
Em 2000, as Nações Unidas estabeleceram oito Metas de Desenvolvimento do Milénio (MDM), com o objectivo de acelerar a redução da pobreza e desenvolvimento sócio-económico em 2015. As MDM foram expandidas no Mundo Cimeira sobre Desenvolvimento Sustentável, em Joanesburgo, em 2002.

Desenvolvimento do Milénio:
1. Erradicar a fome e a pobreza
2. Alcançar o ensino primário universal
3. Promover a igualdade entre os sexos ea autonomia das mulheres
4. Reduzir a mortalidade infantil
5. Melhorar a saúde materna
6. Combater o HIV / SIDA, a malária e outras doenças
7. Garantir a sustentabilidade ambiental
8. Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento.

Água de gestão da qualidade contribui directa e indirectamente para alcançar os oito ODM, mas é mais estreitamente ligada às metas do Objectivo 7:
• Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais e reverter a perda de recursos ambientais;
• Reduzir pela metade, até 2015, a proporção de pessoas sem acesso sustentável à água potável e de base saneamento;
• Reduzir significativamente a perda de biodiversidade até 2010;
• Alcançar melhorias significativas nas vidas de pelo menos 100 milhões de favelados, em 2020.

 Os objectivos para este ano são divulgados em http://www.unwater.org/ e www.worldwaterday2010.info

Neste sítio poderás ver a informação distribuída gratuitamente para que possas entender os maiores problemas que afectam a qualidade da água do nosso planeta e a nossa VIDA








Limpar Portugal

A Gê-Questa, em conjunto com os Escuteiros Marítimos, os Escuteiros do Cantinho e Voluntários, realizaram a limpeza entre o Terreiro de São Mateus e a zona do Pesqueiro durante o período da manhã. Após pausa para almoço a equipa avançou para outras frentes de limpeza no interior da Ilha.

Venha sem Medo !!! Vamos Limpar Portugal!!

Rede Natura 2000 com dados disponíveis

Está disponível ao público uma base de dados sobre a Rede Natura 2000, Natura 2000 database, e um visualizador de informação geográfica interactivo, o Natura 2000 viewer. Qualquer cidadão pode aceder a estas novas ferramentas, que permitem o acesso fácil a informações sobre a Rede Natura 2000 na União Europeia, através dos sites:
http://www.eea.europa.eu/data-and-maps/data/natura-2000/ (Natura 2000 database) e http://natura2000.eea.europa.eu/ (Natura 2000 viewer).


Rede Natura 2000:

A Rede Natura 2000 consiste numa rede europeia ecológica de áreas protegidas, regida fundamentalmente por dois documentos, a “Directiva das Aves”, relativa à protecção das aves selvagens, e a “Directiva Habitats”, relativa à conservação dos habitats naturais e da fauna e flora selvagens.

Esta rede é constituída pelas Zonas de Protecção Especial (ZPE), destinadas a conservar as 182 espécies e sub-espécies de aves, contidas no Anexo I da “Directiva das Aves”, bem como as espécies migratórias, e pelas Zonas Especiais de Conservação (ZEC) destinadas a proteger os 253 tipos de habitats, 200 animais e 434 plantas, contidos nos anexos da “Directiva Habitats”.

As áreas dos Açores classificadas no âmbito da Rede Natura 2000, consistem em 15 Zonas de Protecção Especial (ZPE), 25 Zonas Especiais de Conservação (ZEC) e 2 Sítios de Importância Comunitária (SIC).

Angra é pioneira em energia solar

Está concluída a primeira central de microprodução de energia solar dos Açores, em Angra do Heroísmo. A infraestrutura está instalada no convento de S. Gonçalo, sendo propriedade da instituição (IPSS), e tem capacidade para produzir o máximo permitido por lei para a microgeração, isto é, 3.68 KW.

A central não fornecerá a instituição de forma directa, pois não possui baterias, pelo que se destina apenas ao fornecimento de energia à EDA, através de um sistema de intercâmbio.

Esta central não concorreu ao programa de apoio Proenergia, o qual subsidia estas instalações até quatro mil euros a fundo perdido, mas este programa, que tem por objectivo promover a energia limpa e renovável nos Açores, já recebeu cinco candidaturas de projectos de microgeração de energia solar e os responsáveis políticos regionais esperam muitas de todas as ilhas, uma vez que os concursos abrem com periodicidade mensal.

Mais informação: In Jornal Diário Insular, 19 de Março de 2010, Ano LXIV, N.º 19713, pág. 3. http://www.diarioinsular.com/

Acção Humana condicionada na Caldeira Guilherme Moniz - Medidas preventivas para a zona

A actividade na Caldeira Guilherme Moniz nos próximos dois anos passará a estar condicionada, de acordo com a entrada em vigor de um conjunto de medidas preventivas, aprovadas na passada Terça-feira, por unanimidade, na Assembleia Legislativa dos Açores.

No diploma relativo às medidas aprovadas pela Assembleia Legislativa dos Açores, consta a manutenção das actuais explorações agrícolas existentes nesses terrenos, mas não permite a construção de edifícios e outras instalações, assim como, a realização de arroteias. Estas medidas preventivas vão vigorar durante o período de dois anos (entre o cume da Caldeira Guilherme Moniz e os terrenos existentes na escarpa exterior à Caldeira), podendo ser alargadas por mais um ano. Tais medidas visam manter o estado actual daquele terreno, até à entrada em vigor do plano que vai garantir a recuperação da zona para abastecimento de água ao Concelho. Como refere no diploma “Urge intervir naquele território através da recuperação dos solos e da criação de condições para que as antigas turfeiras possam recuperar, podendo assim ajudar o reabastecimento dos aquíferos existentes naquela zona”.

O plano público de salvaguarda dos recursos hídricos deve ser conhecido dentro de um ano, refere o Secretário Regional do Ambiente, Àlamo de Meneses.

No diploma, ainda é referido que a parecer governamental, o local está condicionado relativamente à instalação de novas explorações agrícolas na zona, como também, a expansão das actuais.

As alterações ao terreno, a alteração ao coberto vegetal, a mobilização do solo, a destruição do solo vivo e do coberto vegetal são também acções dependentes da autorização das secretarias regionais do Ambiente e Mar, Agricultura e Florestas, Ciência, Tecnologia e Equipamentos e Economia. São estas entidades que autorizam qualquer acção que envolva a área em questão, desde o derrube de árvores, abertura de novas vias, extracção de inertes, passagem de linhas telefónicas ou eléctricas, etc.

As medidas tomadas foram aceites pelos partidos da oposição, mas alertaram para a necessidade de se encontrar uma solução que permita a coexistência da actividade agrícola com a preservação dos recursos hídricos.

In Diário Insular, Quinta-Feira 18 de Março de 2010, Ano LXIV, Nº19712, pág.1.

http://www.diarioinsular.com/

Curiosidade:
A caldeira de Guilherme Moniz, situada no interior da Ilha Terceira, é a maior do arquipélago. Esta cratera, provenitente do Vulcão  Morião, tem uma abertura de 15 km de diâmetro, onde se encontra o maior reservatório de água da ilha Terceira. Esta caldeira, encontra-se coberta por vegetação endémica que promove um bonito spot paisagistico, albergando uma importante flora indígena, própria destes fenómenos naturais.



"Limpar Portugal"

No próximo sábado (20 de Março), decorrerá em todo o País uma acção de sensibilização Ambiental designada por “Limpar Portugal”, na qual a Gê-Questa vai participar.

Esta acção tem como objectivo “juntar o maior número de pessoas por Concelho ou por zona geográfica, para que todos juntos possamos, durante um dia, fazer algo de útil por nós, pelo planeta”.
Com esta actividade de educação e sensibilização Ambiental, pretende-se diminuir um problema grave ... a deposição ilegal e descontrolada de resíduos.


Devemos cuidar bem do meio ambiente e da natureza, visto ser  esta “que nos dá tudo o que precisamos, para ter uma vida saudável e de qualidade”.
Nós já começamos e limpámos a zona costeira de Santa Catarina, e neste sábado, vamos limpar a costa de S. Mateus ... e tu, também vens?

Local de concentração:
- Forte Grande de São Mateus, às 09:00 horas;
- 9:15h, conversa sobre alguns cuidados de segurança, higiene e saúde, organização das equipas, selecção de métodos de trabalho das equipas,
- 9:30/45h saída para campo;

Local de Intervenção: Terreiro de São Mateus até à costa do Pesqueiro;

Entidades Envolvidas:
- Gê-Questa;
- Junta de Freguesia de São Mateus;
- Escuteiros Marítimos de São Mateus;
- Alunos de uma turma da Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade;
- Voluntários inscritos no site Limpar Portugal.

Material Necessário:
- Roupa / Calçado confortável;
- Impermeável;
- Farnel;
- Quem Conseguir trazer luvas ou sacos, agradecemos.


Aparece e junta-te a esta causa !!!

Comboio da Biodiversidade

No âmbito das comemorações do “Ano Internacional da Biodiversidade”, foi organizado um programa de actividades intitulado “Bioeventos 2010”, que decorrerá até Novembro.

Este programa tem como principal objectivo divulgar a importância da biodiversidade nos diversos aspectos das sociedades humanas e o papel destas na sua preservação, sendo promovido pelo Museu Nacional de História Natural e pelo Centro de Biologia Ambiental, entidades da Universidade de Lisboa dedicadas à investigação, conservação e divulgação da biodiversidade.

A primeira iniciativa consiste numa viagem de comboio que se iniciou sábado (13 de Março). “O Comboio da Biodiversidade fará um percurso circular atravessando zonas particularmente importantes do ponto de vista ecológico, como são o Estuário do Tejo e o Vale do Sado. A meio do percurso os passageiros sairão do comboio para uma visita em autocarro à Serra da Arrábida, candidata a Património Natural da UNESCO”.

Objectivos do Comboio da Biodiversidade, são:

‐ Salientar que a perda global da Biodiversidade compromete a sobrevivência da nossa espécie e que qualquer solução para o problema tem como base a interligação entre três eixos fundamentais, a ciência, a tecnologia e a cultura;
‐ Salientar que a conservação da Biodiversidade não se faz sem a participação da sociedade civil e que a conservação da Biodiversidade numa dada região está constrangida pela sua história socioeconómica;
‐ Mostrar que a conservação da Biodiversidade deverá ser integrada como um princípio organizador de qualquer programa político e económico: a conservação tem custos mas será ainda mais dispendioso não conservar;
‐ Apoiar a candidatura da Arrábida a Património Mundial da UNESCO.

In: Naturlink, (12/03/2010), [http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&cid=16640&bl=1]

Dica da Semana

Água da chuva – um recurso a não desperdiçar


Uma forma de poupar no Inverno é aparar a água da chuva, em recipientes, para aproveitá-la em tarefas domésticas, como por exemplo, lavar os pátios ou regar as plantas da sua casa. Evite o uso da mangueira ao limpar as zonas exteriores da casa, utilize antes uma vassoura, poupando assim vários litros de água.

Câmara do Comércio de Angra quer 15% dos açorianos com painéis solares

A Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo apresentou ao Governo Regional dos Açores a proposta do programa “SolAçores”, com o intuito de, no prazo de cinco anos, 15% das habitações dos Açores terem painéis solares como fonte de aquecimento das águas sanitárias. Deste modo, o programa pretende incentivar as famílias açorianas para o uso das energias renováveis e sensibilizar os açorianos para os apoios governamentais que existem nesse âmbito.

O presidente da Câmara do Comércio de Angra, Sandro Paim, explicou que “existe tecnologia que permite que o gasto de uma família em gás, por exemplo, sirva de base ao investimento neste tipo de equipamentos. Por exemplo, numa família de três pessoas, com um gasto mensal em gás de 30 euros, esse valor pode servir para a prestação bancária do crédito para a compra dos painéis. Esse investimento é pago em cinco anos e, a partir daí, por um prazo de 20 anos (a vida útil destes equipamentos) essa família não terá gastos para o aquecimento das águas na sua habitação”.

In Jornal Diário Insular, Sexta-feira 12 de Março de 2010, Ano LXIV, Nº19706, pág. 3. http://www.diarioinsular.com/


O consumo dos combustíveis fósseis apresenta, como é conhecido, grandes problemas, como a poluição ambiental, o facto de serem esgotáveis e de originarem dependência energética dos países pobres em recursos energéticos de origem fóssil, como é o caso de Portugal. A exploração local das energias renováveis é de todo o interesse, pois reduz a dependência energética relativamente aos países produtores dos combustíveis fósseis, minimizando a necessidade de importação de energia. Além disso, são de extrema importância para a diminuição da poluição ambiental, contribuindo significativamente para a redução das emissões de CO2.
O ambiente em que vivemos é responsabilidade de cada um de nós. Numa altura em que se assiste a uma mudança do paradigma energético, é necessário cada vez mais alterar mentalidades e comportamentos no sentido de alcançar um desenvolvimento sustentável, combinando a eficiência energética e as energias renováveis.

Microssismos repetem-se a oeste do Faial

Ao largo da ilha do Faial, a actividade sismológica tem se verificado mais forte. Segundo Teresa Ferreira, responsável pelo Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica (CIVISA), o número de microssismos tem vindo a aumentar a oeste da ilha do Faial nas últimas horas, desde segunda-feira à noite. Embora estejam a ocorrer estes fenómenos naturais, não tem sido sentidos pela população da ilha, podendo no entanto, ocorrer um sismo mais energético que venha a ser sentido.

Teresa Ferreira afirma que esta actividade está localizada a mais de 30 quilómetros de distância da ilha e que se trata de um fenómeno isolado, que se enquadra na actividade do arquipélago, não tendo qualquer ligação com a actividade sísmica verificada ultimamente em diferentes regiões do planeta.

Nas restantes ilhas do arquipélago, “ a sismicidade encontra-se dentro dos parâmetros normais”, considera o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica (CIVISA).

In Jornal Diário Insular ( 10 de Março de 2010), Ano LXIV, Nº 19704, pág. 04 http://www.diarioinsular.com/

Curiosidade

CIVISA participa em exercício para a aviação civil baseado na ocorrência de uma erupção vulcânica nos Açores

Teve lugar no dia 2 de Março, o exercício internacional VOLCEX10/01 destinado a testar e avaliar os planos de contingência e a capacidade de resposta dos centros de controlo aéreo do Atlântico e da Europa a uma situação de erupção vulcânica, nos Açores.

O cenário que serve de base a este exercício assenta na ocorrência de uma erupção vulcânica explosiva no Vulcão da Caldeira da ilha do Faial e foi desenhado em conjunto pela NAV Portugal (Centro de Controle Oceânico de Santa Maria), o Centro de Alerta de Cinzas Vulcânicas de Toulouse e o CIVISA para, em simultâneo, colocar em acção os centros de controlo aéreo do Atlântico e da Europa. O evento simulado produziu importantes colunas eruptivas verticais de cinzas vulcânicas que, em altitude, são afectadas pelos ventos e acabam por se propagar em direcção à Europa e Norte de África colocando em risco a segurança do tráfego aéreo.

Fonte: http://www.cvarg.azores.gov.pt/Cvarg/CentroVulcanologia/noticias/notícia+01-03-2010.htm


Limpeza na "Zona Costeira de Santa Catarina"

No passado sábado (6 de Março), a Gê-Questa - Associação de Defesa do Ambiente realizou uma acção de limpeza na mítica zona de Surf de Santa Catarina (Cabo da Praia). Zona esta, que é alvo de uma forte pressão industrial, pondo desta forma, em risco a biodiversidade existente no local.

Esta actividade de sensibilização ambiental encontra-se inserida no âmbito dos projectos “Coastwatch” e “Limpar Portugal” e contou com a parceria da Praia Ambiente, da Associação de Surf da Ilha Terceira (AST), do Observatório do Ambiente, da Magic Ocean e de outros voluntários.

Foi realizada uma acção de monitorização da orla costeira e limpeza do calhau, seguindo-se um espaço de discussão de ideias, acerca de questões ambientais.

Foram recolhidas cerca de duas toneladas de resíduos, desde diversos plásticos, cabos de vassoura, caixas de papelão, garrafas de vidro, pneus, ferros, malas de viagem, calçado, vestuário, latas de sumo, aparelhos de pesca, canas, madeira, restos de construção, entulhe, sacos de lixo doméstico, aparelhos electrodomésticos, dejectos, preservativos, animais mortos, entre outros.

Verificou-se que muitos dos resíduos provêm de descargas directas, sendo que outros tantos são arrastados pelas correntes marítimas.

O intuito desta actividade foi melhorar o conhecimento da situação ambiental do litoral e sensibilizar os participantes para os problemas resultantes dos impactos da actividade humana na faixa litoral, em especial acerca da deposição de resíduos na costa.

Pretende-se assim, que a população tenha uma participação activa na sociedade, de modo consciente, crítico e criativo, colaborando com a preservação do meio ambiente.


Pescadores forçados ao risco descuram segurança


Este Inverno rigoroso tem dificultado a vida aos pescadores. Até à data, já morreram onze pescadores em Portugal. Estão na origem destas tragédias, factores como as condições meteorológicas, o estado do mar, o tipo de embarcação e o vestuário utilizado na pesca.

A maioria dos acidentes, têm decorrido com embarcações de pequenas dimensões e em muitos casos, os barcos têm sobrelotação.

“Todos os dias vão para o mar, tentar a sua sorte. Mas deviam sair com alguma consciência da importância de medidas de segurança preventivas e não preocuparem-se em ter certos equipamentos, como de sinalização, bem guardados apenas numa caixa”, lamentou o comandante.

Estão contempladas nas medidas de segurança, o uso de fato oleado, botas de borracha e luvas, mas como refere António Macedo, do Sindicato dos Pescadores da Zona Norte, é da opinião que os homens do mar “só não investem mais na sua segurança porque não têm dinheiro”.


In: DN Portugal (http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1511301&seccao=Norte)

Dica da Semana


In Jornal Diário Insular, ano LXIV, n.º 19699, pág. 13. http://www.diarioinsular.com/


Curiosidade:

As casas em Portugal não estão preparadas para o frio

Um estudo realizado por especialistas da Universidade de Dublin, na Irlanda, concluiu que Portugal é o país da União Europeia com maior taxa de mortalidade devido ao frio, por falta de isolamento das casas. O país apresenta uma taxa de 28%, seguido por Espanha e Irlanda com 21%. A investigação explica que o facto de estes países terem climas mais temperados faz com que a eficiência térmica nas habitações seja mais baixa.

Em Portugal, não existem estudos ou planos de contingência sobre a mortalidade durante as baixas temperaturas. Apesar de se verificarem mais mortes em época de frio do que nos meses de calor, não se conhece as que são consequência directa do frio, devido à falta de estudos. Contudo, está a ser equacionada a adopção de um plano de contingência para o frio, como o existente há seis anos para o calor. Segundo Paulo Diegues da DGS (Direcção-Geral de Saúde), faltam estruturas para que o controlo da mortalidade possa começar a ser feito em Portugal, sendo que a DGS acaba por limitar-se a divulgar as habituais recomendações de cautela nas épocas de frio intenso.

In Diário de Notícias, 16 de Fevereiro de 2010. http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1496151



"A História das Coisas": As consequências Ambientais do Consumismo

Em 2007 foi lançado na internet um vídeo, que alerta para o impacto Ambiental do consumismo actual da Sociedade.

Denomina-se a “História das Coisas” e conta com a participação da activista ambiental americana Annie Leonard, que em 20 minutos,aborda “as implicações da disponibilização no mercado de determinado produto, desde a extracção das matérias-primas até à sua eliminação como resíduo, passando pela produção, distribuição e consumo”.

A 9 de Março, estará agora disponível em versão de livro um epílogo “A questão não é se mudaremos mas sim como mudaremos – Fá-lo-emos gradualmente com esforço relativo mas de forma voluntária, o fá-lo-emos de um modo abrupto e por omissão?”.

Fonte: Naturlink - a ligação à natureza (http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&cid=16208&bl=1)



Como referiu o Investigador António Baptista, (in Jornal Diário Insular, ano LXIV, n.º 19697, pág. 8 - http://www.diarioinsular.com/) o importante agora, não é julgar a Humanidade, mas sim tomar as precauções para gerir melhor os recursos.

Projecto “Coastwatch” e “Limpar Portugal” – Na Zona Costeira de Santa Catarina


A Gê-Questa - Associação de Defesa do Ambiente tem agendada uma actividade de promoção da participação pública na zona costeira. Esta acção será realizada na mítica zona de Surf de Santa Catarina, localizada no Cabo da Praia, e conta com a parceria da Praia Ambiente e da Associação de Surf da ilha Terceira, AST e a Magic Ocean.

Este pequeno evento matinal encontra-se inserido no âmbito dos projectos “Coastwatch” e “Limpar Portugal”.
O encontro é pela manhã ( dia 6 de Março das 09h às 13h) e está planeada uma acção de monitorização da orla costeira e limpeza do calhau. Segue-se um espaço de discussão de ideias, acerca de questões ambientais e o Special Santa surf demo (demonstração de Surf).
Pretende-se assim, melhorar o conhecimento da situação ambiental do litoral e sensibilizar os participantes para os problemas resultantes dos impactos da actividade humana na faixa litoral.
Apanha a nossa onda!!!

Psssst: Traz um farnel e convida os teus amigos a almoçar connosco à beira mar.

Fonte (imagem):http://tuberiders.blogspot.com/

Inverno rigoroso não é sinal de clima alterado


 
Maria Gabriela Meireles, docente da UAÇ, defende que o Inverno rigoroso que se está a fazer sentir nos Açores não é influência das alterações climáticas e pode ser considerado “normal”.

Segundo a docente, para se afirmar que o mau tempo que se tem verificado é sinal de clima alterado, o Inverno rigoroso teria de se repetir por um período significativo, de trinta anos consecutivos. O frio e a chuva fortes que têm ocorrido são devidos à normal inconstância do clima. Afirma que o planeta já foi sujeito a alterações climáticas no passado, oscilando entre períodos frios e períodos quentes, e que estes fenómenos intensos continuarão a acontecer.

Eduardo Brito de Azevedo, também professor da UAÇ, defende a teoria, no estudo “Climate Change Scenarios in the Azores and Madeira Islands”, de que os invernos serão mais chuvosos e húmidos e que haverá um aumento de temperatura média entre dois a três graus.

Na próxima quinta-feira, dia 4 de Março, decorrerá uma palestra com o tema “Desmistificar as alterações climáticas nos Açores”, pelas 20h30 no Centro Cívico e Cultural de Santa Clara, proferida por Maria Meireles e que contará com a presença do delegado do instituto de meteorologia em S. Miguel, Diamantino Henriques.

In Jornal Diário Insular, ano LXIV, n.º 19697, pág. 7.http://www.diarioinsular.com/


Tempestade na Madeira é mais um sinal de uma tendência global



O Director do Centro Norte-Americano de Ciências e Tecnologia para a Observação de Margens Costeiras, António Baptista, afirma que Portugal “vai viver muito as alterações climáticas”, sendo a tempestade que ocorreu na Madeira, apenas uma “amostra” da tendência global.

Segundo o Investigador “nenhum evento por si próprio é sinal de alterações climáticas”, mas sim o conjunto vasto de fenómenos que tenham decorrido nos últimos anos. O exemplo é a Madeira, onde acerca de 30/40 anos foram registados eventos semelhantes.

Afirma ainda, que o indicador de mudança verifica-se “quando posto num contexto de vários eventos extremos que estão a acontecer”, e que “há causas básicas de mudança, estamos a ver os efeitos e temos de percebê-los”.

O Investigador refere que agora o importante, não é pensar em quais vão ser as mudanças e qual a sua grandeza, nem julgar a Humanidade pelos efeitos que tem a nível climatérico, mas sim tomar as precauções para gerir melhor os recursos, para que se tenham zonas saudáveis, que permitam aos seres vivos terem uma vida saudável.

In Jornal Diário Insular, ano LXIV, n.º 19697, pág. 8.http://www.diarioinsular.com/

O mau tempo que assolou a ilha da Madeira no passado dia 20 de Fevereiro, levou a derrocadas e inundações muito específicas, que arrastaram grandes quantidades de água e tambem toda e qualquer carga sólida que se encontrou pelo caminho. Muitas infraestruturas que se localizavam à beira das ribeiras, ou construidas sob o seu leito, acabaram por desaparecer.  O diagnóstico acerca do assunto já estava feito há quase dois anos. Confira em:



Independentemente da discussão sobre o grau de responsabilidade do homem nas alterações climáticas, este é um fenómeno incontestado pela comunidade científica. Contudo, como afirmou o Professor Pinto Peixoto (1922-1996), “o clima é inerentemente variável” e nem sempre se pode afirmar que as variabilidades do clima são influência das alterações climáticas. Ao longo da história do nosso planeta, sempre ocorreram épocas onde a irregularidade climática é mais acentuada do que noutras (mesmo em períodos em que a actividade humana não tinha capacidade para alterar o clima a nível global), épocas essas que apresentam um período de retorno.