Terceira possui furo Geotérmico com a mais alta temperatura, mas...Poços ainda insuficientes para abertura de central


A EDA durante 2010, vai investir 7,7 milhões de euros no projecto geotérmico da Terceira, a qual dispõem de recursos geotérmicos de elevada temperatura (300 ºC).
Um dos objectivos do plano de investimentos em renováveis será a construção de uma Central com potência de 12 MW (megawatts), que rondará uma produção média anual de 89 GW (gigawatt/hora).
No entanto, este projecto tem se deparado com algumas limitações, tais como as condições logísticas na zona do Pico Alto, a sua sensibilidade ambiental, bem como as difíceis condições geológicas, ao nível da perfuração.
Em 2009, foram abertos cinco poços na zona do Chambre, com profundidade entre 1.200 m e 1.900 m, mas estes não são suficientes para a produção dos 12 MW de energia pretendidos, visto suportarem apenas 6 MW.
Estima-se assim que a conclusão da construção da Central ocorra este ano (embora não esteja ainda definida a sua localização exacta), e que esta entre em funcionamento em 2012.
In: Jornal Diário Insular (25 de Fevereiro de 2010), Ano LXIV, N.º 19691, pág. 4. (http://www.diarioinsular.com/)

A utilização da energia geotérmica beneficia a conservação dos recursos naturais e a preservação da qualidade do ambiente, sendo portanto, considerada uma fonte energética capaz de suportar o desenvolvimento sustentável da Região Autónoma dos Açores.

Curiosidade
A energia geotérmica é o calor natural contido no interior da Terra, em resultado do seu processo de formação, que continuamente se dissipa para o exterior através de três processos: condução, convecção e radiação. Esta quantidade de energia é passível de ser aproveitada para a produção de electricidade e para diversas aplicações de usos directos.
Trata-se de uma fonte de energia renovável que reduz a necessidade de utilização de combustíveis fósseis, apresentando benefícios ambientais significativos ao evitar a combustão de hidrocarbonetos e, em consequência, reduzindo as emissões dos gases de efeito de estufa e traz um impacte positivo na redução das emissões de dióxido de carbono e outros poluentes.
Os recursos geotérmicos constituem-se assim como uma fonte de energia segura, que garante de forma estável a produção de energia eléctrica, satisfazendo a base do diagrama de carga dos sistemas electroprodutores.
Fonte: http://www.cm-ribeiragrande.pt/Default.aspx?Module=Artigo&ID=121

Açores, local de eleição para os garajaus rosados

É nos Açores que se encontra a maior população de garajaus rosados da Europa. Esta espécie encontra-se em perigo na Europa e existem, para além dos Açores, colónias em Inglaterra, Irlanda e França. Em Portugal, os Açores são a única região em que é possível encontrar garajaus, sendo a ilha das Flores a que registou o maior número de casais. Albergou 35% do total das aves que nidificaram nos Açores. É por se alimentarem de peixes pequenos como o agulhão, o chicharro e o peixe-agulha, que os Açores se tornam apelativos para esta espécie.

Por se tratar de uma espécie em perigo, as populações de garajaus rosados nos Açores oscilam de ano para ano. A destruição do habitat de nidificação por ocupação da zona costeira ou introdução de animais como os coelhos, ratos e doninhas estão entre os motivos que levam à redução das colónias. Por isso, na região, têm surgido iniciativas de protecção dos habitats, como é o caso de uma desratização recente do ilhéu do Feno, o qual acolhe a principal colónia de garajaus na ilha Terceira.

Os ilhéus são muito procurados pelo garajau, por se encontrarem isolados e livres de mamíferos. Contudo, em 2005 e 2006, não se registaram garajaus rosados no ilhéu do Feno. A zona tem vindo a recuperar a sua importância desde 2007, ano em que se procedeu à desratização do local. Em 2009, verificou-se um regresso significativo a este ilhéu, onde nidificaram 263 casais, a maior colónia do arquipélago.

In Jornal Diário Insular, ano LXIV, n.º 19691, pág. 6. http://www.diarioinsular.com/


Curiosidades

O garajau Rosado, também conhecido por Andorinha-do-mar rósea e cientificamente designado por Sterna dougallii, pertence á ordem Charadriiformes, família Laridae e género Sterna, é uma espécie considerada vulnerável e protegida no Arquipelago dos Açores.

Esta ave, assemelha-se a gaivotas e apresenta na idade adulta (com mais de 3 anos de idade), uma mancha preta na cabeça e uma tonalidade rosada no peito (daí a designação de rosado). Inicialmente, na época de reprodução, este possui o bico completamente negro, que sofre modificação após a eclosão das crias, tornando-se a base do mesmo vermelha.

No que respeita às dimensões da espécie, são ligeiramente inferiores às do garajau-comum. Em média os indivíduos pesam 119 g e têm uma envergadura entre 76 e 79 cm.

O período reprodutor ocorre entre os meses de Abril e Julho, formando colónias mais densas do que as formadas pelos garajaus comuns, podendo atingir 3 ninhos/m2. Os ninhos são feitos em locais protegidos por rochas ou vegetação, embora os ovos sejam depositados directamente no chão.

Relativamente á alimentação, tem lugar em água salgada e pode variar consideravelmente entre colónias de ano para ano. Mergulham, até 30 cm de profundidade á procura de comida, e conseguem ficar debaixo de água cerca de 2 a 3 segundos.

Fonte: http://ambiente.eternos.org/wp-content/uploads/ECO_e-Fólio_B.pdf

Substituição de Lâmpadas nas IPSS e Bairros Açorianos

Hoje, dia 23 de Fevereiro foi assinado o acordo entre a Agência Regional de Energia e Ambiente (ARENA) e as Secretarias Regionais do Trabalho e Solidariedade Social e da Habitação. Este acordo visa substituir as lâmpadas incandescentes, por lâmpadas fluorescentes compactadas.
A ideia, segundo Catarina Furtado (porta voz da ARENA) é “promover a eficiência energética, baixando o consumo de energia eléctrica”, tal como consta no Plano Nacional para a Eficiência Energética. Assim, o objectivo para este ano é substituir 39% das actuais lâmpadas fluorescentes utilizadas, em IPSS (Instituições Privadas de Solidariedade Social) e Bairros Sociais Açorianos, estando preparados dois projectos de acção, intitulados de Eco-IPSS e Eco-Bairros.
Este projecto será financiado pelas Direcções Regionais (25 mil euros) e pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (55 mil euros) e tem o intuito de abranger cerca de uma centena de IPSS e 2.500 casas de Bairros Sociais Açorianos, onde serão também desenvolvidas acções de sensibilização e de promoção de medidas de racionalização do consumo de energia eléctrica.
Desta forma, a sua contribuição trará vantagens para o ambiente a nível ecológico, assim como, em termos de económicos, pois a ARENA estima que ocorra “uma redução de 20% no consumo de energia eléctrica”.

In Jornal Diário Insular, ano LXIV, n.º 19689, pág. 7.http://www.diarioinsular.com/

Este projecto de substituição é um pequeno, mas importante passo, para a redução das emissões de gases poluentes, uma vez que uma que a redução do consumo energético tem um impacto positivo sobre o meio ambiente na medida em que são minimizadas as necessidades de geração de energia. Relembramos apenas uma pequena percentagem da energia eléctrica produzida na Ilha Terceira (e também na Região) é de fontes renováveis (ou seja energia limpa), sendo que a maior parte da energia consumida por todos nós é ainda de origem fóssil.

Curiosidade

As lâmpadas fluorescentes proporcionam uma boa iluminação, com pouca potência e baixo consumo energético, sendo as mais adequadas para locais com necessidades de utilização contínua por períodos de tempo superiores a pelo menos 1hora.
Estas lâmpadas apesar de serem mais caras, têm uma elevada eficácia e um período de vida elevado (cerca de 12 000 horas), permitindo economizar energia até 85% (dependendo do modelo e da potência).

Fonte: http://www.ecocasa.pt/energia_content.php?id=1

Palestra sobre Energia e Alterações climáticas

No passado dia 08 de Fevereiro, realizou-se na Universidade dos Açores, Pólo de Angra do Heroísmo, uma palestra intitulada por “Energia e Alterações Climáticas”, organizada pela Associação Portuguesa de Engenharia do Ambiente, na qual estiveram presentes dois membros da Gê-Questa.
A palestra contou com os Oradores, Eduardo Brito de Azevedo (Professor da Universidade dos Açores) e José António Cabral Vieira (Director Regional da Energia).
Segundo Brito de Azevedo, o enquadramento climático dos Açores assenta num oceano quente, estados de tempo bastante variáveis (anticiclone mais distante, mais próximo), clima diferente de ilha para ilha e tempo atmosférico que condiciona o tempo marítimo. Embora esses fenómenos ocorram, alerta para factores antropogénicos que originam impacto negativo na região.
O investigador da Universidade dos Açores, afirma que existem assimetrias climáticas no território insular. A variação espacial do clima e estado do tempo verifica-se de um extremo ao outro do arquipélago, mas também dentro das próprias ilhas, daí que na costa norte de uma determinada ilha possa ocorrer um maior ou menor valor de humidade comparativamente à costa sul e vice-versa.
O caso da “enxurrada” que ocorreu no passado dia 15 de Dezembro na Freguesia da Agualva é um bom exemplo para expressar que a quantidade de precipitação que caiu naquela zona durante x tempo, não foi a mesma que se verificou em outros pontos da ilha, à mesma hora.
Foram ainda visualizadas fotografias aéreas antigas e actuais da Ribeira da Agualva, que mostram as alterações do solo, utilizado pelo homem, que originaram um recuo da mancha florestal e alteração das linhas de água.
Por fim, Brito de Azevedo frisou que o clima é de longe o factor natural que mais contribui para desastres naturais, realçando que “o clima é inerentemente variável” como afirmou José Pinto Peixoto (1922-1996), um dos mais destacados geofísicos e meteorologistas portugueses.
Seguiu-se, Cabral Vieira, que defendeu um “sistema sustentável de energia para o arquipélago, que seja tecnicamente disponível, economicamente viável, socialmente aceite e ambientalmente adequado”, utilizando menos quantidade de energia sem reduzir o conforto.
De acordo com o Director Regional da Energia, em 2007, apenas 13% da energia produzida nos Açores era a partir de fontes renováveis, sendo que 87% da energia primária da região dependia ainda do petróleo. Foi nesse ano que a Central Geotérmica do Pico Vermelho fez expandir a produção de energias renováveis na região, notando uma descida na energia dependente do petróleo. É necessário intervir na energia eléctrica e consumo rodoviário, pois representam cerca de 70% da energia consumida nos Açores. As tecnologias existentes são embrionárias e por isso ainda caras, contudo, com o apoio que tem surgido para a produção de energias renováveis e à medida que forem sendo produzidas em escala, os preços irão diminuir.
As ilhas de São Miguel e das Flores, são as que mais produzem electricidade por fontes renováveis. Embora a ilha das Flores tenha grandes potencialidades para a produção de energias renováveis, não estão a ser aproveitadas. Pretende-se a construção de uma nova barragem que permita usufruir melhor dos recursos.
Cabral Vieira refere que os recursos hídricos deviam ser aproveitados de uma melhor forma nas ilhas, contando com orientações estratégicas como:
• a maximização do aproveitamento das energias renováveis na produção de electricidade de 28% para 75% em 2018;
• a substituição nas mais variadas áreas de actividades pelo consumo de electricidade de origem renovável;
• encontrar uma solução para se consumir, em horas de pico, o excesso de energia renovável, acumulada nas horas de vazio. Segundo Cabral Vieira, a solução passa pela armazenagem e pela massificação de carros eléctricos, sendo a primeira uma solução mais viável a curto prazo.
É de salientar o programa Proenergia que apoia empresas e particulares na microgeração de energia renovável.
Em suma, segundo o Director Regional da Energia, estamos a assistir a uma mudança do paradigma energético e a atravessar uma fase de revolução energética, graças à globalização e às novas tecnologias.

Coastwatch na Ilha Terceira



A Gê-Questa realizou hoje na zona costeira de São Mateus, uma actividade inserida no programa Coastwatch.
O Coastwatch é um projecto de carácter europeu, coordenado pela Irlanda desde 1988, contando com a colaboração de 23 países da Europa, entre os quais Portugal. Este projecto que é levado a cabo todos os anos, com a participação de voluntários desde os fiordes da Noruega até às ilhas Gregas, incluindo os arquipélagos do Atlântico, cobre cerca de 10.000 km de costa em toda a Europa.
Para além da recolha de informação e monitorização do litoral, o Coastwatch abrange ainda outras áreas desde a sensibilização e educação ambiental, promovendo a participação pública nas decisões relacionadas directamente com o litoral.
A designada actividade contou com a participação dos alunos do 4.º Ano da Escola Primária de São Bartolomeu, sob a responsabilidade da Professora Susana Carvalho, com o intuito de sensibilizar os alunos acerca dos impactos da actividade humana na zona costeira e para a urgência da sua protecção.
Ao longo da caminhada na zona costeira de São Mateus, foram encontradas desde cabos de vassoura, cd’s, caixas de papelão, garrafas de vidro, pneus, ferros, maços de tabaco, panas, garrafas de gás, calçado, vestuário, latas de sumo, aparelhos de pesca, capacete de obras, redes, canas, madeira, restos de construção, sacos de lixo, aparelhos domésticos, vários peixes e aves mortas e um ouriço, entre outros.
Por meio da educação e da informação pretende-se motivar as pessoas para uma participação activa na sociedade, de modo consciente, crítico e criativo, exercendo cidadania, e colaborando com a preservação do meio ambiente. As actividades com crianças são fundamentais para garantir o desenvolvimento humano. E deste modo, dar-se-ão mudanças que contribuirão para o bem-estar de todos, sendo importante que cada pessoa se empenhe individualmente e tenha um comportamento ecológico.









Oferta de Emprego em Part Time



Torna-se público que a Gê-Questa Associação de Defesa do Ambiente, pretende contratar um funcionário com conhecimentos de Informática e predisposição para interagir com crianças e jovens. A seguinte oferta de emprego terá como Horário de Segunda a Sexta das 17:00 ás 21:00.
O prazo para apresentação de candidaturas está aberto até ao dia 26 de Fevereiro de 2010 e a candidatura deverá ser enviada para o seguinte correio electrónico: gequesta@gmail.com.

Angra do Heroísmo, 3 de Fevereiro de 2010.

O Presidente da Direcção.
Orlando Manuel Labrusco Félix Guerreiro

COASTWATCH



Programa
De acordo com os objectivos do programa Coastwatch, pretende-se, como o próprio nome indica, observar a zona costeira, num percurso até 5 km, registando o impacte ambiental costeiro através do preenchimento de questionários para cada bloco de 500 metros.
Deste modo, no dia 5 de Fevereiro realizar-se-á um percurso junto à costa, desde a Marina de São Mateus até ao Negrito (2 km), com os alunos do 4.º Ano da Escola Primária de São Bartolomeu:
9h30 – Encontro junto à sede da Gê-questa e saída rumo à Marina de São Mateus.
9h40 – Chegada ao local. Breefing sobre o impacte das actividades humanas nos ecossistemas costeiros e importância ecológica dos mesmos.
10h00 - Início do percurso a pé à beira-mar, até ao Negrito.
12h00 – Regresso.

Com este evento pretende-se:

- Sensibilizar as crianças para os problemas resultantes do impacte das actividades humanas na faixa litoral;
- Explicar a importância dos ecossistemas costeiros;
- Observar o estado de conservação da zona costeira;
- Contribuir para a preservação das zonas costeiras;
- Incentivar e cultivar nos mais novos a participação activa na defesa do ambiente costeiro.

“Dia Mundial das Zonas Húmidas”







Hoje dia 2 de Fevereiro, comemora-se o “Dia Mundial das Zonas Húmidas”. A Gê-Questa em parceria com o Observatório do Ambiente Açores, com a Praia em Movimento e Universidade dos Açores, organizou um passeio de interpretação ambiental no “Paul da Praia da Vitória” e no “Paul da Pedreira do Cabo da Praia”, contando com a participação de algumas turmas, da Escola Tomás de Borba e da Escola Secundária Vitorino Menésio, no sentido de sensibilizar os alunos, para as funções, importância e valores das Zonas Húmidas.
Para a realização da actividade em questão, contou-se com a colaboração do Regimento de Guarnição N.º 1, que disponibilizou um autocarro militar, para a deslocação da turma do 11.º Ano, da Escola Tomás de Borba.

E o que são “Zonas Húmidas”?

Segundo a Convenção de Ramsar, as zonas húmidas são definidas como “zonas de pântano, charco, turfeira ou água, natural ou artificial, permanente ou temporária, com água estagnada ou corrente, doce, salobra ou salgada, incluindo águas marinhas cuja profundidade na maré baixa não exceda os seis metros”.
As zonas húmidas são dos ecossistemas mais importantes relativamente à sua produtividade e diversidade biológica, representando um património natural e paisagístico único. Este tipo de ecossistema possui ao longo do ano, grandes concentrações de aves aquáticas, mamíferos, répteis, anfíbios, peixes e invertebrados. A estes espaços estão associados muitos valores e funções, no que respeita à retenção excesso de água evitando inundações, recarga dos aquíferos, regulação do ciclo da água, produção de biomassa, retenção dos sedimentos e nutrientes, diminuição das alterações climáticas, assim como, valores culturais, turísticos e recreativos.
Para além de todas vantagens referidas anteriormente, estas zonas são também muito importantes na minimização dos problemas ambientais que ocorrem nos dias de hoje, isto é, os efeitos das alterações climáticas, o efeito de estufa e a disponibilidade de água doce.
Por serem ecossistemas muito sensíveis, encontram-se ameaçados por vários factores: poluição, pesca, agricultura intensificada, caça ilegal, turismo insustentável, industrialização e urbanização.

O que fazer para proteger estes locais:
- Sensibilizar a população para a sua importância;
- Não tornar estes habitats em zonas de cultivo ou agrícolas;
- Não converter em infra-estruturas e áreas urbanas;
- Não depositar entulho;
- Preservar as espécies de flora e fauna desses locais;
- Implementar centros de interpretação e educação ambiental nessas zonas.












No dia 2 de Fevereiro, a Gê-Questa vai assinalar o Dia Mundial das Zonas Húmidas. Este dia tem vindo a ser comemorado anualmente desde 1996 em diversos países inscritos na Convenção, e em Portugal, desde 1998. È uma oportunidade dos governos, organizações e da população em geral, realizarem grandes ou pequenas, mas significativas, acções no sentido da sensibilização das populações para as funções e valores das zonas húmidas.
Desta forma a Gê-Questa organiza um passeio de interpretação ambiental no Paúl da Pedreira do Cabo da Praia para sensibilização daquela que é uma das mais importantes zonas húmidas para a avifauna.