| Telemóveis aumentam risco de tumores nas glândulas salivares Estudo publicado no “American Journal of Epidemiology” | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As radiações emitidas pelos telemóveis aumentam claramente o risco de cancro das glândulas salivares, segundo um estudo financiado pela Associação Internacional Contra o Cancro, num projecto da Organização Mundial de Saúde (OMS). O estudo, publicado no “American Journal of Epidemiology”, revela que o risco de desenvolver um tumor canceroso nestas glândulas é 50% mais elevado nos utilizadores frequentes de telemóveis, pessoas que falem mais do que 22 horas por mês. A investigação, dirigida pelo médico Sigal Sadetzki, do centro médico Tel Hashomer de Tel Aviv, em Israel, aponta para o facto do risco de cancro ser ainda maior se os indivíduos utilizam o telemóvel sempre na mesma orelha e se não recorrem a um auricular. Num grupo de 460 doentes envolvidos na pesquisa, 58 pessoas desenvolveram tumores malignos e 402 indivíduos tumores benignos nas glândulas salivares. Fontes: Lusa e Imprensa Internacional ALERT Life Sciences Computing, S.A. |
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Telemóveis aumentam risco de tumores nas glândulas salivares
Coastwatch na costa SE
Este fim-de-semana foi bastante activo e produtivo para a Gê-Questa e para toda a comunidade, uma vez que, percorremos vários quilómetros de costa observando atentamente todos os pormenores importantes para o preenchimento dos questionários do projecto coastwatch.
Os primeiros participantes, durante o dia de sábado, foram os simpátic
os e ilustres amigos da natureza do Clube do Ambiente da Escola Fernando Ornelas da Câmara, com a presença imprescindível do Prof. Álvaro Areias, coordenador do clube. O troço de costa entre os Salgueiros (zona Balnear) e o Porto Martins, foi a área escolhida pelo Clube do Ambiente para a observação e recolha de dados. Este pedaço de costa tem diversas singularidades, como o baixo d
eclive (que permite um microclima especifico) e a existência de espécies endémicas, como a Azorina vidalii vulgo Vidália e a Festuca petraea, e autocnes como o Crithmum maritimum vulgo Perrexil-do-mar. Um outro aspecto menos agradável desta beira-mar é o facto de esta esta
r sobre uma grande pressão imobiliária e consequentemente agredido por construções praticamente na zona supratidal, acreditamos mesmo que, pelo que observamos, em dias de tempestade alguns jardins são regados naturalmente pela água das ondas do mar.Um outro aspecto negativo, que foi possível observar, é a elevada quantidade de resíduos encontrados, como resíduos domésticos e entulhos de obras entre as habitações e a beira-mar.
eclive (que permite um microclima especifico) e a existência de espécies endémicas, como a Azorina vidalii vulgo Vidália e a Festuca petraea, e autocnes como o Crithmum maritimum vulgo Perrexil-do-mar. Um outro aspecto menos agradável desta beira-mar é o facto de esta esta
r sobre uma grande pressão imobiliária e consequentemente agredido por construções praticamente na zona supratidal, acreditamos mesmo que, pelo que observamos, em dias de tempestade alguns jardins são regados naturalmente pela água das ondas do mar.Um outro aspecto negativo, que foi possível observar, é a elevada quantidade de resíduos encontrados, como resíduos domésticos e entulhos de obras entre as habitações e a beira-mar. No dia seguinte foi a vez de realizar o Coastwatch entre o Farol das Cotendas e o Porto Novo ou como e mais conhecida a Zona Balnear dos Salgueiros.

Este troço permitiu fazer a ligação entre o troço realizado pelo agrupamento de escuteiros do Porto Judeu (entre a cruz do canário e o Farol) com o troço realizado anteriormente pelo Clube do Ambiente (Salgueiros - Porto Martins). Praticamente todo este percurso é realizado na Zona de Protecção Especial (ZPE) das Contendas, o que valoriza o esforço do passeio pela qualidade paisagística que oferece.
Os participantes foram a Carla Dutra e o Carlos Leal do movimento cívico SOS Terceira, sendo o Carlos um morador da Freguesia de S.Sebastião e grande conhecedor do pedaço de costa em foco.
Os participantes foram a Carla Dutra e o Carlos Leal do movimento cívico SOS Terceira, sendo o Carlos um morador da Freguesia de S.Sebastião e grande conhecedor do pedaço de costa em foco.

Um dos grandes problemas desta costa é a deposição de sucatas, lixo doméstic
o e resto de animais. Este problema e especialmente incidente em uma zona da costa em que a estrada está muito perto da arriba costeira, o que permite aos pouco educados e sem escrúpulos despejarem os resíduos para a beira-mar. A quantidade de lixo era tanta neste local que dificultava a passagem entre os calhaus. Esta situação é lamentável porque se trata de uma unidade de costa classificada como ZPE. As sucatas existentes são mesmo estruturas de grande porte e
de difícil remoção, como o resto de um motor, como demonstra a foto apresentada ao lado direito. Ao longo de todo troço foram ainda encontradas duas descargas de águas em que as análises de nitratos foram realizadas e que possibilitaram mais um dado par
a o projecto em curso. Em ambas foram detectados níveis elevados de nitratos, sendo que a primeira descarga, proveniente de uma Estação de Tratamento de Aguas Residuais (ETAR) apresentava valores mais altos que a segunda descarga, esta proveniente de águas pluviais.
o e resto de animais. Este problema e especialmente incidente em uma zona da costa em que a estrada está muito perto da arriba costeira, o que permite aos pouco educados e sem escrúpulos despejarem os resíduos para a beira-mar. A quantidade de lixo era tanta neste local que dificultava a passagem entre os calhaus. Esta situação é lamentável porque se trata de uma unidade de costa classificada como ZPE. As sucatas existentes são mesmo estruturas de grande porte e
de difícil remoção, como o resto de um motor, como demonstra a foto apresentada ao lado direito. Ao longo de todo troço foram ainda encontradas duas descargas de águas em que as análises de nitratos foram realizadas e que possibilitaram mais um dado par
a o projecto em curso. Em ambas foram detectados níveis elevados de nitratos, sendo que a primeira descarga, proveniente de uma Estação de Tratamento de Aguas Residuais (ETAR) apresentava valores mais altos que a segunda descarga, esta proveniente de águas pluviais. 
Uma das zonas mais bonitas deste troço costeiro, e que não poderíamos deixar de referir, é o Forte do Pesqueiro dos Meninos. Este forte ainda apresenta um estado razoável de conservação e permite observar a sua bonita arquitectura.
Observação na costa norte...
A escola Básica Integrada dos Biscoitos completou, na passada quarta-feira, a monitorização das últimas quatro unidades (2 km no total) do troço de 5 km da costa norte. Como no ano passado a escola teve uma excelente participação, principalmente, quanto ao grande número de voluntários, mais de 60, incluindo os professores.
Outro atractivo da visita foi as poças de maré, bastante famosas e interessantes por diversas razões, das quais devemos elencar razões ecológicas (como importantes zonas de berçário para diversas espécies) e educativas.
Os alunos estiveram também atentos, para além da vida marinha, à avifauna locais e às características da zona costeira. Infelizmente alguns resíduos foram também encontrados, principalmente garrafas, junto a zonas de lazer.
As últimas duas unidades foram monitoradas pela turma do 2ºano. Durante este percurso, apesar de existirem ainda alguns resíduos domésticos, a situação era menos grave, o que permitiu um passeio deveras mais agradável.
A turma participou activamente no preenchimento dos questionários do projecto Coastwatch aprendendo vários conceitos relacionados com a zona costeira, como as diferentes zonas de acção das marés e os diferentes organismos que habitam a beira-mar.

O percurso terminou na zona do biscoito bravo após um curto mas bastante interessante trajecto que permitiu uma maior atenção, por parte dos alunos da EBI dos Biscoitos, para este especial troço de costa onde a Gê-Questa em conjunto com a Câmara Municipal da Praia da Vitória pretende dinamizar o Centro de Interpretação do Litoral.

Educação Ambiental à beira-mar

A Gê-Questa deu mais uma vez, durante esta manhã na nossa sede, voz à sua propensão natural para realizar junto dos mais novos acções de Educação Ambiental (EA), principalmente em Zonas Costeiras (ZC). Os nossos amigos do mar que nos visitaram foram duas turmas da Escola Básica de S.Mateus, uma do 1º ano e outra do 2º ano. Os amigos do mar visitaram os aquários, onde observaram as várias espécies que abrigamos, das quais se destacou o curioso e audaz Balistes carolinenses, vulgo peixe-porco. Este peixe amigo perseguia os dedos dos alunos da escola Básica de S.Mateus ao longo da parede do aquário, causando grande furor. 
Várias imagens do fundo do mar e de poças de maré foram apresentadas também na dinâmica sala dos aquários, onde também se deu especial atenção ao nosso "aquário de resíduos" de modo a sensibilizar os amigos do mar para os problemas da poluição dos oceanos.

Por fim a visita terminou no Núcleo Museológico onde a exposição das artes de pesca e as fotografias dos trilhos pedestres captaram a atenção dos nossos pequenos grandes amigos do mar.
Todos regressaram para as aulas cheios de alegria, sabedoria e com um grande sorriso nos lábios
Todos regressaram para as aulas cheios de alegria, sabedoria e com um grande sorriso nos lábiosCoastWatch.... como vai a nossa costa?
No passado sábado dia 1 de Dezembro, mais um percurso à beira-mar foi percorrido e observado pela Gê-Questa, no âmbito do projecto Coastwatch, em conjunto com o Agrupamento 139 de escuteiros do Porto Judeu. O troço de costa em foco, entre a Baia
das Caninhas e a Cruz do Canário na costa sul da Ilha Terceira, integra parte de uma Zona de Protecção Especial (ZPE) onde, infelizmente, existe deposição de bastante lixo doméstico, electrodomésticos e animais mortos ao longo da costa. Esta situação deve-se a uma grande falta de civismo de quem não respeita o ambiente e a comunidade. A fotografia ao lado mostra vários sacos de lixo doméstico depositados à beira da estrada, paralela à linha de costa, que os escuteiros indignados registaram no formulário correspondente à unidade de costa em observação.
O despejo de animais mortos, como o bezerro acima, é para além de algo muito feio um caso sério de saúde pública.
A descarga de entulhos também foi um aspecto negativo encontrado neste troço de costa, em especial perto da zona habitacional do Porto Judeu.
Em grande forma os escuteiros de várias idades, e super activos, palmilharam toda a costa e permitiram um excelente registo de dados para o projecto Coastwatch.
Eficiência Energética
em Casa
1. Evite ter as luzes ou equipamentos ligados quando não for necessário.
2. Substitua as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras e obtenha a mesma luz por menos 80% de energia.
3. Aproveite toda a energia natural que puder. Evite perdas de calor e infiltrações, através do isolamento eficaz de portas, janelas, paredes, tecto e pavimento, reduzindo a utilização de sistemas de climatização.
4. No Inverno, aproveite a radiação solar para aquecer a casa. No Verão, evite a entrada de raios solares directos.
5. Reduzir a intensidade do ar condicinado em um grau Celsius representa 10% de poupança energética.
6. Compre equipamentos que apresentem a melhor eficiência energética (classe A).
7. Não deixe os equipamentos em stand by: desligue-os no botão para não gastar energia desnecessariamente.
8. Evite abrir desnecessariamente a porta do frigorífico e seja o mais rápido possível: não consuma electricidade que não precisa.
9. Utilize as máquinas de lavar roupa e loiça sempre com a carga completa: poupe água, energia e tempo.
10. Utilize, sempre que possível, programas de baixa temperatura nas máquinas de lavar roupa e loiça.
11. Dê preferência a recipientes de cerâmica ou vidro quando cozinhar no forno, porque permitem baixar a temperatura necessária ao cozinhado em cerca de 25ºC.
12. Utilize o microondas para aquecer e cozinhar pequenas quantidades de comida. Quanto maior for a quantidade de comida aquecida mais energia será gasta.
13. Opte por computadores portáteis porque são energeticamente mais eficientes podendo reduzir o consumo de energia até 90%.
14. Utilize pilhas recarregáveis, têm um período de vida mais longo.
15. Não mantenha o carregador na tomada depois do aparelho estar carregado.
1. Evite ter as luzes ou equipamentos ligados quando não for necessário.
2. Substitua as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras e obtenha a mesma luz por menos 80% de energia.
3. Aproveite toda a energia natural que puder. Evite perdas de calor e infiltrações, através do isolamento eficaz de portas, janelas, paredes, tecto e pavimento, reduzindo a utilização de sistemas de climatização.
4. No Inverno, aproveite a radiação solar para aquecer a casa. No Verão, evite a entrada de raios solares directos.
5. Reduzir a intensidade do ar condicinado em um grau Celsius representa 10% de poupança energética.
6. Compre equipamentos que apresentem a melhor eficiência energética (classe A).
7. Não deixe os equipamentos em stand by: desligue-os no botão para não gastar energia desnecessariamente.
8. Evite abrir desnecessariamente a porta do frigorífico e seja o mais rápido possível: não consuma electricidade que não precisa.
9. Utilize as máquinas de lavar roupa e loiça sempre com a carga completa: poupe água, energia e tempo.
10. Utilize, sempre que possível, programas de baixa temperatura nas máquinas de lavar roupa e loiça.
11. Dê preferência a recipientes de cerâmica ou vidro quando cozinhar no forno, porque permitem baixar a temperatura necessária ao cozinhado em cerca de 25ºC.
12. Utilize o microondas para aquecer e cozinhar pequenas quantidades de comida. Quanto maior for a quantidade de comida aquecida mais energia será gasta.
13. Opte por computadores portáteis porque são energeticamente mais eficientes podendo reduzir o consumo de energia até 90%.
14. Utilize pilhas recarregáveis, têm um período de vida mais longo.
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