Transgénicos? Saber mais

Veja aqui 6 questões para ajudar a refletir! 
Variedades de milho geneticamente modificadas...






Programa para Idosos


A Gê-Questa através do seu Espaço TIC está a promover acções de aprendizagem em computadores para idosos e adultos. Neste programa pretendemos dar conhecimentos básicos em Internet, Microsoft Word e Ecxel. Venha aprender a trabalhar com computadores!!

 As inscrições são gratuitas e limitadas ao computadores que possuímos. 

Palestra «Zonas Húmidas – À procura do azul água no solo negro das ilhas»

O papel das turfeiras no ecossistema é tema principal da palestra “À descoberta do ‘azul água’ no solo negro das ilhas”, de Cândida Mendes, que teve lugar na Sede da Gê-Questa, em Angra do Heroísmo, hoje dia 25 de Fevereiro, pelas 14h00, no âmbito do Dia Mundial das Zonas Húmidas.



"Segundo a investigadora do Grupo de Ecologia Vegetal Aplicada da Universidade dos Açores, a mensagem do evento passa por incutir o gosto pelo conhecimento da biodiversidade existente no nosso meio de modo a afiançar o seu respeito e a sua protecção.


Dificilmente podemos proteger o que não conhecemos, diz a mestre em Gestão e Conservação da Natureza e a investigadora do Grupo de Ecologia Vegetal Aplicada da Universidade dos Açores (GEVA). Cândida Mendes considera por isso que todas as iniciativas de divulgação e esclarecimento sobre a biodiversidade nos Açores são importantes para o reforço da educação ambiental na sociedade.


Assim, a investigadora vai proferir a palestra “À descoberta do ‘azul água’ no solo negro das ilhas”, no próximo dia 25, pelas 14h00, no edifício-sede da Gê-Questa, localizado no Forte de São Mateus, concelho de Angra do Heroísmo, a qual dará enfoque às turfeiras, de designação científica Sphagnum, uma tipologia das Zonas Húmidas por si estudada cientificamente desde o ano de 1998.



“A maioria das pessoas vão ao interior da ilha não desconhecem as espécies que pisam e que estão à sua volta. Para proteger é preciso conhecer”, considera Cândida Mendes, em declarações ao nosso jornal, acrescentando que, porém, nota mais sensibilidade por parte da sociedade e das entidades governamentais. “O caminho é longo. Mas estão todos muito mais despertos”, diz.


Questionada sobre o interesse em captar as atenções das camadas mais jovens da sociedade, a investigadora da GEVA revela a frequente solicitação para proferir palestras nas escolas e em outros lugares no âmbito da educação ambiental. Ali, refere, estão certamente muitos dos futuros investigadores científicos, docentes e, de modo geral, os ‘homens do amanhã’..."










Monsanto não venderá milho transgênico na França


O grupo americano Monsanto afirmou nesta terça-feira que não venderá milho transgênico em 2012 na França, depois que o governo proibiu o cultivo deste tipo de milho geneticamente modificado.


"A Monsanto considera que não se reúnem as condições favoráveis para a comercialização do MON810 na França em 2012 e mais adiante", afirmou o grupo em um comunicado.

"Esta posição foi expressa em várias ocasiões e confirmada ante as autoridades francesas", acrescentou a Monsanto.

Na segunda-feira, uma centena de militantes hostis aos organismos geneticamente modificados (OGM) ocuparam durante várias horas uma instalação do grupo americano perto de Carcasona (sul), onde tinham sido armazenadas sementes de milho transgênico.

Os militantes exigiram a "proibição de cessão, circulação e cultivo" de sementes de OGM.

O protesto pressionou a ministra da Ecologia, Nathalie Kosciusko-Morizet, a anunciar a proibição de cultivar estas sementes antes do fim de fevereiro, mediante uma nova moratória.

Referindo-se ao protesto, o grupo americano lamentou "a entrada à força e os danos ocasionados" pelos manifestantes a suas instalações, lembrando que não é a primeira operação deste tipo na França.

A moratória lançada pela França contra os OGM em fevereiro de 2008 foi recentemente invalidada pela Corte Europeia de Justiça, sediada em Luxemburgo, e pelo Conselho de Estado francês.


Eric Cabanis