COASTWATCH



Programa
De acordo com os objectivos do programa Coastwatch, pretende-se, como o próprio nome indica, observar a zona costeira, num percurso até 5 km, registando o impacte ambiental costeiro através do preenchimento de questionários para cada bloco de 500 metros.
Deste modo, no dia 5 de Fevereiro realizar-se-á um percurso junto à costa, desde a Marina de São Mateus até ao Negrito (2 km), com os alunos do 4.º Ano da Escola Primária de São Bartolomeu:
9h30 – Encontro junto à sede da Gê-questa e saída rumo à Marina de São Mateus.
9h40 – Chegada ao local. Breefing sobre o impacte das actividades humanas nos ecossistemas costeiros e importância ecológica dos mesmos.
10h00 - Início do percurso a pé à beira-mar, até ao Negrito.
12h00 – Regresso.

Com este evento pretende-se:

- Sensibilizar as crianças para os problemas resultantes do impacte das actividades humanas na faixa litoral;
- Explicar a importância dos ecossistemas costeiros;
- Observar o estado de conservação da zona costeira;
- Contribuir para a preservação das zonas costeiras;
- Incentivar e cultivar nos mais novos a participação activa na defesa do ambiente costeiro.

“Dia Mundial das Zonas Húmidas”







Hoje dia 2 de Fevereiro, comemora-se o “Dia Mundial das Zonas Húmidas”. A Gê-Questa em parceria com o Observatório do Ambiente Açores, com a Praia em Movimento e Universidade dos Açores, organizou um passeio de interpretação ambiental no “Paul da Praia da Vitória” e no “Paul da Pedreira do Cabo da Praia”, contando com a participação de algumas turmas, da Escola Tomás de Borba e da Escola Secundária Vitorino Menésio, no sentido de sensibilizar os alunos, para as funções, importância e valores das Zonas Húmidas.
Para a realização da actividade em questão, contou-se com a colaboração do Regimento de Guarnição N.º 1, que disponibilizou um autocarro militar, para a deslocação da turma do 11.º Ano, da Escola Tomás de Borba.

E o que são “Zonas Húmidas”?

Segundo a Convenção de Ramsar, as zonas húmidas são definidas como “zonas de pântano, charco, turfeira ou água, natural ou artificial, permanente ou temporária, com água estagnada ou corrente, doce, salobra ou salgada, incluindo águas marinhas cuja profundidade na maré baixa não exceda os seis metros”.
As zonas húmidas são dos ecossistemas mais importantes relativamente à sua produtividade e diversidade biológica, representando um património natural e paisagístico único. Este tipo de ecossistema possui ao longo do ano, grandes concentrações de aves aquáticas, mamíferos, répteis, anfíbios, peixes e invertebrados. A estes espaços estão associados muitos valores e funções, no que respeita à retenção excesso de água evitando inundações, recarga dos aquíferos, regulação do ciclo da água, produção de biomassa, retenção dos sedimentos e nutrientes, diminuição das alterações climáticas, assim como, valores culturais, turísticos e recreativos.
Para além de todas vantagens referidas anteriormente, estas zonas são também muito importantes na minimização dos problemas ambientais que ocorrem nos dias de hoje, isto é, os efeitos das alterações climáticas, o efeito de estufa e a disponibilidade de água doce.
Por serem ecossistemas muito sensíveis, encontram-se ameaçados por vários factores: poluição, pesca, agricultura intensificada, caça ilegal, turismo insustentável, industrialização e urbanização.

O que fazer para proteger estes locais:
- Sensibilizar a população para a sua importância;
- Não tornar estes habitats em zonas de cultivo ou agrícolas;
- Não converter em infra-estruturas e áreas urbanas;
- Não depositar entulho;
- Preservar as espécies de flora e fauna desses locais;
- Implementar centros de interpretação e educação ambiental nessas zonas.












No dia 2 de Fevereiro, a Gê-Questa vai assinalar o Dia Mundial das Zonas Húmidas. Este dia tem vindo a ser comemorado anualmente desde 1996 em diversos países inscritos na Convenção, e em Portugal, desde 1998. È uma oportunidade dos governos, organizações e da população em geral, realizarem grandes ou pequenas, mas significativas, acções no sentido da sensibilização das populações para as funções e valores das zonas húmidas.
Desta forma a Gê-Questa organiza um passeio de interpretação ambiental no Paúl da Pedreira do Cabo da Praia para sensibilização daquela que é uma das mais importantes zonas húmidas para a avifauna.
Um Ano Novo Com Responsabilidade Ambiental



A Gê-questa, organização não governamental de ambiente (ONGA), com sede no Forte Grande de S. Mateus da Calheta na Ilha Terceira, deseja a todos os sócios e cidadãos um feliz, saudável e responsável ano novo.
Em 2010 é celebrado o Ano Internacional da Biodiversidade. É o momento de avaliar o desempenho das políticas de redução da perda de biodiversidade a nível global (tal como acordado na Cimeira Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável, Joanesburgo, 2002).
Desde a sua fundação em 1994, a Gê-questa tem realçado a importância vital da Biodiversidade para o bem-estar da humanidade e para a sua sobrevivência, através da realização de muitas actividades, opiniões e pareceres divulgados sobre diversas matérias, todas em prol de um melhor Ambiente.
A valorização do ambiente e sua Biodiversidade é uma importante tarefa que pode ser simples e bastante frutífera. A forma mais fácil para se atingir este objectivo, está directamente relacionada ao princípio ecológico “Conhecer para Preservar”, ou seja, o conhecimento das pessoas através do contacto com o seu próprio meio, ou através da variada informação disponível em livros e portais na Web (http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt/) podem desempenhar um papel fundamental para a garantir a biodiversidade dos nossos ecossistemas.
A Gê-Questa, em seu novo mandato iniciado a Setembro de 2009, encara como principal objectivo, rejuvenescer e reavivar o contacto da Gê-Questa com a sociedade. A associação busca uma maior versatilidade, englobando projectos de educação ambiental, de investigação e projectos de âmbito social. Os temas ambientais a que a Gê-questa irá se dedicar com mais vigor serão os relacionados aos oceanos, os resíduos, as energias renováveis, as espécies invasoras (terrestres e marinhas) e a participação da sociedade nos temas ambientais.
Para os sócios e outros participantes mais activos, a nova direcção da Gê-Questa pretende tornar a sua sede mais convidativa, acolhedora e ambientalmente responsável. A sede deverá constituir um espaço onde as pessoas possam se reunir com maior frequência em eventos culturais ligados a temática ambiental. Acreditamos que esta iniciativa irá tornar a associação ainda mais próxima da sociedade e desta forma promover o debate dos ideais ambientalistas.
Neste momento estão em execução por parte da Gê-Questa, os seguintes projectos:
Organização do Limpar Portugal, estando inserida no grupo Limpar a Ilha Terceira;
Divulgação e sensibilização das fragilidades dos ecossistemas marinhos, tendo sido realizadas durante a semana do mar palestras e actividades de recolha e estudo dos resíduos na zona costeira do Negrito;
Participação em conjunto com as ONG nacionais, no processo de discussão sobre as áreas marinhas a serem protegidas pela Rede Natura 2000 na Macaronésia;
Requalificação energética e ambiental do espaço do Forte Grande, sede da associação;
Sensibilização da opinião pública a respeito da importância ecológica dos ecossistemas de piscinas naturais;
Resgate e promoção da cultura de tecelagem a moda antiga, com responsabilidade ambiental;
Promoção da discussão em torno da pesca responsável.
Nos próximos meses a Gê-Questa pretende fomentar em nossa sociedade a adopção de medidas pessoais de responsabilidade ambiental, as quais são facilmente aplicáveis no nosso dia a dia. Para este fim a associação irá preparar artigos a serem publicados sistematicamente na comunicação social regional.

Um Feliz, Próspero e Ambientalmente Responsável Ano Novo, é o que a Gê-Questa deseja a todas as pessoas.

Saudações Ambientalistas