Exploração de Inertes (Pedreiras, Saibreiras, etc.)

Com vista a denunciar uma situação que está a ser cada vez mais comum no nosso arquipélago, apelamos a todos os interessados a indicarem-nos lugares onde esteja a ser feita extracção de inertes, vulgarmente designadas por pedreiras e/ou saibreiras, ou outras situações similares, com vista a dar conhecimento às autoridades competentes na matéria.

A explorações ilegais são aquelas que não apresentam qualquer tipo de sinalização, como definido pelo Decreto Legislativo Regional 12/2007/A, de 5 de Junho.

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Artigo 46.º
Sinalização
1 - Enquanto durar a exploração é obrigatória a instalação de uma placa identificadora da pedreira e da empresa exploradora, data do licenciamento e entidade licenciadora, bem como de sinalização adequada, anunciando a aproximação dos trabalhos.
2 - Os limites da área licenciada de uma pedreira devem estar devidamente sinalizados e, sempre que possível, vedada a área circunscrita à pedreira, assim como a bordadura da escavação, que deve ser protegida por vedação de características adequadas às condições próprias do lugar desde que não obstaculize os trabalhos de exploração.
3 - A utilização de pólvora e explosivos implica obrigatoriamente a prévia sinalização sonora e visual, bem como a protecção dos acessos aos locais onde possa haver riscos.
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A identificação das situações deverá ser feita, sempre que possível, através de fotografias, com a indicação da respectiva data, e local (podem utilizar o Google Maps maps.google.com)

Com a colaboração de todos, podemos combater esta situação.

Obrigado

Canário do Mar ou Folião


Foi entregue esta tarde pelo Mestre Mário Soares um Anthias anthias mais conhecido por folião ou canário do Mar. De acordo com as indicações do mestre, o peixe foi capturado por linha de mão perto da ponta do queimado a bordo da embarcação Real.

Segundo o Ictiólogo Leonardo Machado trata-se de um serranídeo, portanto, da mesma família do mero Epinephelus marginatus.

Nos Açores são mais encontrados a partir dos 20 metros e alimentam-se de caranguejos e pequenos peixes.

Um lindo peixe que pode ser visto nos aquários da gê-Questa

Secretaria em silêncio “estranho”

A organização ambientalista Gê-Questa considera “muito estranho” o facto da secretaria regional do Ambiente permanecer sem assumir uma posição quanto à possível contaminação dos aquíferos que abastecem o concelho da Praia da Vitória.

“O Governo Regional tem de ter mais uma palavra a dizer que vá além das declarações do representante dos Açores na Comissão Bilateral de Acompanhamento do Acordo das Lajes. Compreendemos que este é um assunto em que estão implicados os norte-americanos, mas não deixa de ser um problema ambiental, em solo da Região”, critica o dirigente da organização, Vasco Silva.

Na opinião do dirigente, a situação é “ainda mais estranha” quando se tem em conta que da secretaria regional do Ambiente e do Mar faz parte a direcção regional do Território e dos Recursos Hídricos: “É inaceitável que esta direcção regional não tenha uma palavra a dizer, nem que seja para assegurar aos açorianos que alguma coisa está a ser feita. Isto quando o próprio director regional é um especialista em hidrogeologia”.

CHUMBO...

Quanto ao estudo encomendado pelos norte-americanos a uma empresa independente, que DI publicou na edição de ontem, Vasco Silva interpreta-o como uma prova de que os solos estão contaminados, mas afirma apenas ter encontrado indicadores preocupantes a nível da própria água no que diz respeito aos níveis de chumbo.

“Por agora esse é o único valor anormal, mas existe um risco real. É preciso não esquecer que os hidrocarbonetos se movimentam no solo lentamente e que, daqui a cinco anos, a situação pode ser mais grave. É preciso que isso seja evitado”, defende.

Quanto a se a organização ambientalista tem planeada alguma acção nesse sentido, Vasco Silva adianta que nada está previsto, dado que a matéria parece estar a resolver-se nas instâncias responsáveis. “Aguardamos o desenrolar do processo”.

in DI 7/05/2008

Dia da Terra


Dia 22 de Abril é um dia especial! É um dia que deveria ser lembrado todos os dias, mais que qualquer outro dia. É o Dia da Terra! Da nossa querida Terra, a nossa casa. E é em nossa casa que devemos começar a ser responsáveis e sensatos em relação ao maravilhoso planeta em que vivemos. Foi com esse intuito que a Gê-Questa passou o dia com os alunos da Escola do Raminho a celebrar a existência do nosso lindo planeta Terra.

Os alunos realizaram, recorrendo à reutilização de papel, um planeta Terra, que mais tarde pintaram com as cores do planeta observado do espaço.


Algumas medidas, necessárias para uma utilização sensata de água, foram aprendidas e uma pequena mas importante acção, como a colocação de uma garrafa dentro dos depósitos de água da descarga dos autoclismos, foi realizada. Esta medida evita o enchimento total do depósito e a perda de água em cada descarga.
Além da água o tema dos resíduos foi também abordado, nomeadamente da importância dos 3 Rs e sua sequência, Reduzir, Reutilizar e Reciclar, através de uma musica ouvida na aula. Foi também realizado um projecto para a localização e construção de um biocompostor. Todos passaram um dia diferente e aprenderam mais um pouco acerca de como ajudar a manter esta nossa importante e linda Terra.